
Oi pessoal, aí vai mais uma poesia.
Eu, Templo de Rosa Jurandir Braz. Espero que gostem!
O caminho acolheu-me
e sorveu minhas lagrimas.
Deu-me pássaros, fontes,
sombras, frutos e música
de mil notas-prodígio
do Adágio ao Allegro:
fez de mim o Seu Templo!
Solidárioé o sol
a juncar nessas orlas
o claranto-esperança,
adunando sua essência
à da alma esposada.
Ah, os lírios do Templo!
As romãs nas colunas!
Querubins sobre a Arca!
Sacrifícios da tarde!
Não se extingue a lucerna
que Ele aviva e nutre!
E a Rola se move
na amplidão do Habitat...
O caminho acolheu-me
e sorveu minhas lagrimas.
Deu-me pássaros, fontes,
sombras, frutos e música
de mil notas-prodígio
do Adágio ao Allegro:
fez de mim o Seu Templo!
Solidárioé o sol
a juncar nessas orlas
o claranto-esperança,
adunando sua essência
à da alma esposada.
Ah, os lírios do Templo!
As romãs nas colunas!
Querubins sobre a Arca!
Sacrifícios da tarde!
Não se extingue a lucerna
que Ele aviva e nutre!
E a Rola se move
na amplidão do Habitat...

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